Nada mais, nada menos
Publicado em 15 de fevereiro de 2026.

Essa semana, eu li o artigo “Depois de 20 anos em computação, programação não foi a parte mais difícil” (apenas em inglês) de Omer Arshad. No artigo, Omer escreveu
Com o tempo, porém, ficou óbvio que o sistema não recompensava o esforço; ele o absorvia. Se não fosse eu, simplesmente encontraria outra pessoa disposta a carregar o esforço.
Então eu parei.
Decidi que faria o trabalho pelo qual era pago, nada mais, nada menos. Me comportaria como todos ao meu redor: jogaria o jogo, diria as coisas certas, compareceria às reuniões e iria para casa.
Eu me vi representado na experiência que Omer compartilhou.
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