Este post é mais um capítulo na Guerra dos editores. Recomenda-se também ler emacs\_o\_lixo.

O GNU Emacs é para muitos o melhor editor de texto, dentre outros motivos, uma vez que é possível personalizá-lo.

Essa personalização do GNU Emacs é feita no arquivo ~/.emacs e uma versão minimalista do meu é :

;; Change background color to black.
(if (display-graphic-p)
  (progn
    ;; if graphic
    (invert-face 'default)
    (set-face-attribute 'default nil :height 100)
    ;; else
  )
)

;; Add line number.
(global-linum-mode 1)
;; Hook to not number shell mode.
(add-hook 'shell-mode-hook (lambda() (linum-mode 0)))

;; Remove the menu bar.
(menu-bar-mode -1)

;; Remove the tool bar.
(tool-bar-mode -1)

Com as configurações acima temos que a tela de boas vindas do GNU Emacs será:

{width=”80%”}

Para o GNU Emacs, cada arquivo corresponde a um buffer (buffer é chamado em outros editores de aba). Isso significa que é possível carregar vários arquivos no GNU Emacs.

{width=”80%”}

Outra funcionalidade importante é abrir duas ou mais janelas simultaneamente e “lado-a-lado”.

{width=”80%”}

Além da características listadas anteriormente, o GNU Emacs trabalha em modos e existe modos para quase tudo (inclusive para emular um terminal).

{width=”80%”}

Sem sombra de dúvidas, essas características tornam o GNU Emacs um ótimo editor.